Pentalogia: San

​O que você busca quando abre um livro? Talvez, a mesma coisa que todos nós buscamos no silêncio dos nossos dias: uma prova de que não estamos sozinhos no que sentimos. San é o registro dessa busca profunda. É muito mais do que uma história; é um espaço sagrado onde o criador e a criatura se encaram para tentar entender por que é tão difícil ser aceito em um mundo que prefere o julgamento à compreensão. Aqui, as fronteiras do tempo se dissolvem para dar lugar ao que é real: o conflito de quem luta para ser ouvido em meio ao ruído de sociedades que tentam ditar nossos passos.
​Embora os caminhos de cada personagem pareçam distintos, todos nesta saga estão brigando pela mesma liberdade — o direito de existir sem máscaras. Seja em Aquarius ou em memórias de lugares distantes, o motor de cada ato e de cada lágrima é uma necessidade puramente humana: a de amar e ser amado. Através destas páginas, você descobrirá que as dores, os silêncios e os recomeços aqui narrados são espelhos de todos nós que já fomos incompreendidos. San surge como a consciência que acolhe essas vidas, provando que nossas feridas e nossos sonhos falam a mesma língua. Ao ler, você não está apenas acompanhando uma jornada; você está testemunhando a importância de dar um lugar no mundo para quem nunca teve permissão para ocupar um espaço.